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NICOLAS-ANTOINE TAUNAY

(Paris, França, 1755 - 1830)

Nicolas-Antoine Taunay iniciou seus estudos de pintura em 1768, com François Bernard Lépicié; em seu período inicial de formação recebeu lições de mestres como Nicolas Guy Brenet e Francisco Casanova. Em 1773, se tornou discípulo de Jacques-Louis David na École des Beaux Arts de Paris e posteriormente, no período de 1784 a 1787, permaneceu estudando em Roma como pensionista do Governo francês. Em 1795 foi eleito membro do Institute de France e, em 1805, foi escolhido, com outros pintores, para retratar as campanhas de Napoleão na Alemanha, pintando a entrada do Imperador em Munique, quadro que apresentou no Salon de Paris em 1808.

Com a queda de Napoleão, Taunay endereçou um apelo à rainha de Portugal solicitando-lhe apoio e proteção. Junto com a família e um grupo de outros artistas franceses também em delicada situção política, como Joachim Lebreton e Jean Baptiste Debret, Taunay acabaria vindo para o Brasil e tomando parte no movimento que, na historiografia de arte brasileira, viria a ficar famoso como a Missão Artística Francesa.

Vista Tirada do Morro da Glória - c.1820

Cascatinha da Tijuca - sem dataTaunay desembarcou no porto do Rio de Janeiro em 1816, tornando-se logo em seguida pintor pensionista do Reino. Integrou o grupo que fundou a Academia Imperial de Belas Artes (AIBA) e, em 1820, foi nomeado professor da cadeira de Pintura de Paisagem . No ano seguinte, após desentendimentos surgidos pela nomeação do pintor português Henrique José da Silva para a direção da AIBA, retornou à França, onde veio a falecer. Posteriormente, seu filho Félix-Émile Taunay tornar-se-ia professor e diretor da AIBA, e outro de seus filhos, Adrien Taunay, acompanharia como desenhista as expedições de Freycinet e Langsdorff.

Fonte: www.dezenovevinte.com




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